Síndrome do Pânico

O que é a síndrome do pânico?

Síndrome do pânico é um tipo de transtorno psicológico relacionado à ansiedade. Caracteriza-se por repetidas e inesperadas crises ansiosas que ocorrem de forma intensa e aguda. Manifesta-se por alterações emocionais e corporais. Interpretações equivocadas e catastróficas dos acontecimentos aumentam a sensação de medo intenso ou de que algo ruim aconteça de morte iminente ou mesmo pela expectativa de ter novas crises a partir de interpretações das reações e sensações corporais. Pode aparecer em qualquer idade, inclusive em crianças, porém a maior prevalência é em pessoas ativas com mais de 20 anos.

As crises de pânico podem vir acompanhadas por intensa palpitação, calafrios ou ondas de calor, suor em excesso, falta de ar, tremor, náusea ou desconforto abdominal, tontura, sensação de não conseguir respirar e medo de perder o controle, de morrer e de enlouquecer. É comum que crises de pânico também sejam acompanhadas por “agorafobia”, temor de se encontrar sozinho em lugares dos quais precise sair rapidamente, caso seja necessário ou venha a se sentir mal.

A pessoa com síndrome do pânico perde o contato com o “aqui e agora” e acaba ficando em função da eminência do que pode vir a acontecer, sentimento que compromete a concentração, a memória e, consequentemente, a produtividade. Além disso, o pânico pode acarretar doenças físicas devido ao desgaste comum de quem sofre com o transtorno, como problemas gastro intestinais (diarreia ou constipação), respiratórios (asma, renite, sinusite) dermatológicos (alergia ou erupções cutâneas), sexuais (baixa libido ou compulsão) intelectuais (baixa concentração e perda de memória), emocionais (depressão e outras fobias relacionadas à ansiedade).

Não tem causa específica conhecida. Embora a genética e o ambiente possa ser um fator determinante, é significativo o aumento da ansiedade patológica devido às demandas da vida moderna. Porém, a dificuldade de reconhecer e lidar com as questões subjetivas deixa o individuo a deriva com suas emoções.  Normalmente, a síndrome se manifesta em momentos específicos da vida, como um momento profissional intenso, dificuldades financeiras, perda de alguém querido, dificuldades afetivas ou sexuais, nascimento de filhos, mudanças inesperadas e problemas de saúde.

scabora.com.brO ataque de pânico é uma reação do corpo frente aquilo que o cérebro interpreta como perigo. A pessoa consciente ou não fica em estado de alerta constante na iminência de que algo ruim aconteça, o que acentua algumas reações e sensações corporais.

O ataque tem um início súbito e aumenta rapidamente, atingindo o seu pico, em geral, em 10 minutos, acompanhado por um sentimento de perigo ou catástrofe iminente e um anseio por escapar.

As crises de pânico vêm acompanhadas por intensa palpitação, calafrios ou ondas de calor, suor em excesso, falta de ar, tremor, náusea ou desconforto abdominal, tontura, sensação de não conseguir respirar e medo de perder o controle, de morrer e de enlouquecer. É comum que crises de pânico também sejam acompanhadas por “agorafobia”, temor de se encontrar sozinho em lugares dos quais precise sair rapidamente, caso seja necessário ou venha a se sentir mal.

A pessoa com síndrome do pânico perde o contato com o “aqui e agora” e acaba ficando em função da eminência do que pode vir a acontecer, sentimento que compromete a concentração, a memória e, consequentemente, a produtividade. Além disso, o pânico pode acarretar doenças físicas devido ao desgaste comum de quem sofre com o transtorno, como problemas gastro intestinais (diarreia ou constipação), respiratórios (asma, renite, sinusite) dermatológicos (alergia ou erupções cutâneas), sexuais (baixa libido ou compulsão) intelectuais (baixa concentração e perda de memória), emocionais (depressão e outras fobias relacionadas à ansiedade).

O tratamento com psicoterapia é fundamental para se investigar e entender a origem do transtorno. O tratamento deve ser específico e especializado para cada pessoa, que irá aprender a identificar e a lidar com os processos que desencadeiam as crises e que poderiam levá-la a uma posterior crise.

Na primeira etapa do tratamento com psicoterapia, é possível aprender a prever e a controlar as crises por meio de técnicas específicas, fazendo com que atue sobre os processos mantenedores da ansiedade e que ativam os ataques de pânico. Porém, o controle das crises não significa a cura. Em alguns casos, é importante combinar a psicoterapia com o acompanhamento de um médico psiquiatra para o sucesso do tratamento, pois, muitas vezes, se faz necessário o uso de medicamentos para aliviar os efeitos físicos provocados pelo desequilíbrio bioquímico no organismo.

Depende de uma serie de fatores, cada caso é um caso. 

Para aprender a controlar as crises do pânico, normalmente se utilizam técnicas da terapia cognitiva em até seis meses de tratamento.  Porém, para uma avaliação mais completa com o objetivo de descobrir o motivo pelo qual se instaurou a síndrome e, com isso, desenvolver a capacidade de o indivíduo aprender a se agenciar e administrar a ansiedade, é necessário um processo psicoterapêutico mais longo, pois a forma como sentimos as emoções tem a ver com a nossa percepção e em como interpretamos os acontecimentos da vida.

A cura não se dá de forma espontânea, o que significa que os sintomas não desaparecem a menos que a pessoa receba tratamento específico, especializado, para que seja eficaz. Esse é o passo embora seja o mais difícil é decisivo para o processo de cura.